segunda-feira, 23 de maio de 2011

As manobras...

Isto cheira a esturro. Mas trata-se de um cheiro simplesmente ensurdecedor. Mas que é isto? Alguma "Operação Coração" em memória do caxineiro que entra a matar sobre os outros mas ele é que fica a chorar no final dos jogos?

Depois de, nos últimos dias, terem inventado a história da Taça Lat(r)ina, para evitarem que o FC Porto seja reconhecido como o clube português com mais títulos oficiais - pelo que se confirma que essa taça conta tanto para a estatística como aquela que os portistas ofereceram ao FC Porto nos idos anos 40 por terem vencido o melhor clube do mundo da altura, o Arsenal - eis que surge a "historieta" versão XXIII (já lhes perco a conta).


O FC Porto venceu, neste ano, a UEFA Europa League, competição destinada aos vencedores das taças domésticas europeias, mais outros clubes, de acordo com os coeficientes de cada país. A caminhada foi avassaladora. O Genk, da Bélgica, foi eliminado na pré-eliminatória. Besiktas de Istambul, CSKA Sófia e Rapid Viena não chegaram para vencer um só jogo aos portugueses, Sevilha e CSKA de Moscovo deram luta, mas sem sucesso e Spartak de Moscovo e Villareal foram humilhados. SC Braga foi o outro finalista, derrotado por um golo de Falcao, de resto o melhor marcador da prova. Eis um olhar na diagonal sobre a prova.
No dia anterior à decisão da meia-final, na segunda mão, após o Porto ter levado de vencida o Villareal em portugal por 5 a 1, sai uma notícia no jornal "Marca", de Espanha, a acusar um suposto jantar entre dirigentes do Porto e o árbitro da partida. A partir daí, voltaram as recorrentes acusações em praça pública ao FC Porto e seu presidente, todas enunciadas numa mesma tonalidade cromática (encornado). Resultado de tudo: os delegados da UEFA desmentem o sucedido, alegando que nada disso foi verificado numa companhia que o árbitro leva em toda a sua estadia onde quase nem pode largar um punhado de fezes sem a UEFA saber. Rui Moreira (suspeito portista, convenhamos) assume-se como álibi presente nesse restaurante indicado, declarando não ter verificado tal acontecimento. Único passível de suspeitas: António Garrido, destacado pela FPF para acompanhar o árbitro, conforme mandam os regulamentos - algo que acontece com Carlos Valente e os árbitros que apitarem o Benfica (que amiguinhos!) e Paulo Paraty e o Braga.

Desmentido tudo, movido um processo contra o tal jornal espanhol, limpo o nome do FC Porto, eis que, no dia após o FC Porto se ter tornado o mais titulado dos clubes portugueses, aparece a denúncia desse alegado jantar na Procuradoria Geral da República. Agora eu pergunto: que é que se passa aqui?
Vai este país sugar-nos mais dinheiro para investigar um caso que foi dado como falacioso? É que, realmente, estamos num país com uma situação de vida confortável e um cenário económico saudável, tanto que o caloiro de Engenharia que tem proporcionado essa estabilidade anda à frente das estatísticas para as previsões de re-eleição, prometendo continuar a curar o país depois da grave crise que, em apenas 2 anos (e tal) os seus grandes opositores mergulharam este país. Já nada me admira.

Voltemos ao jantar. Foi provado pelos agentes da UEFA, é falso. Rui Moreira é suspeito por ser portista. Mas, certamente, Pinto da Costa não jantou sozinho no Restaurante "Xis" naquela noite, pelo que várias testemunhas poderão confirmar, também, que é falso.

Quem e o que pretendem com isto? Deixar o SL Benfica como o clube mais titulado? Força, dêem-lhes o chupa-chupa e reconheçam o Torneio do Guadiana.
Não descortino que Pinto da Costa tenha feito tal. Há que acreditar em todos os factos que desmentem esta triste notícia. Mas há uma possibilidade de ser verdade, remota ou não. Há ainda a possibilidade de, mesmo sendo falsa, arranjarem maneira de tramarem mesmo uma cilada, quase que o conseguiram em 2008, quando mostraram ao Platini a decisão do único tribunal que condenava o Porto, fora os outros superiores que absolviam.

Mas, não hajam dúvidas, o objectivo é mandar o nome do clube para a lama. Fazer esquecer um passivo que é quase maior que o somatório dos passivos dos outros clubes todos e tentar fazer do Porto o clube culpado. Tem-se visto, quando um tribunal condena o Porto e, face às absolvições de todos os outros superiores, nem uma decisão em reverso desses doutos juristas, provados como errados, e tudo o que resta... São certezas de que esses é que estão certos e o resto do mundo errado. No entanto, quanto mais o nome do Porto é alvo de todo o tipo de calúnias, mais a sua força se revela.

E ficam milhões de coitadinhos a rejubilar por uma suposta desconfiança em todos os tribunais, enquanto o seu dinheiro é gasto em reabrir processos desacreditados, conforme sobem de instância em instância jurídica.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Pau de marmeleiro

Vamos ser realistas. Ninguém passa a santo após a morte. Não venham cá com m*rdas. A verdade é que, se algumas das especulações que a seguir se expoẽm forem reais, então o colunista de "mexericos" Carlos Castro merecia, isso sim, uma valente tareia, daquelas à antiga, até ficar todo negro. Agora morrer, isso não se faz a ninguém. Deve ser um mandamento comum a todas as religiões universais, uma regra de bom senso. O rapaz que o matou deve ser punido de acordo com a asneira que fez.

Vivemos num país onde é semeada a filosofia dos 15 minutos de fama. Se calhar acontece em muitos outros locais. Aqui, há programas de "Ídolos" e "Operações Triunfo" que cultivam nos jovens a vontade enorme de participar, ganhar, seguir um sonho de ser um artista reconhecido mundialmente na televisão, na maior parte dos casos apenas por uns momentos. Cria-se assim a imagem de que, em poucos meses, umas "praticazitas" de cantoria e tal e estão criados os grandes artistas do futuro, que vão esgotar estádios e salas de espectáculo durante décadas de carreira. Pois a verdade, é que para isso é preciso chafurdar muito tempo na lama, todos os grandes artistas o fizeram, demorando o seu tempo a chegar à fama, baseando-se numa evolução contínua da sua qualidade e identidade, em vez de canções baratas e fáceis de produzir, canções "Coca-Cola", por assim dizer.

O mundo da moda leva uma compreensão algo similar. Há muitos jovens que sonham em ser modelos. Gostam de se arranjar e vestir bem, de modo a seguirem o sonho da passerele. O problema, é que a perseguição desses sonhos chega a cegar a consciência e inocência, não só do jovem, mas também da família.
E eis que entramos na teoria. O jovem Renato (salvo erro, chama-se assim) foi brindado com uma oportunidade de um tipo famoso ligado ao mundo da moda, que lhe financiava a carreira a troco de... Nada, supunha o miúdo. Convenhamos que este mundo é muito "apanascado", em português calão. Quer dizer, é difícil apanhar um estilista ou crítico de moda que não seja homossexual. Podem haver héteros, não digo que não, mas um estereótipo nunca se cria sem uma maioria de casos. Assim sendo, o jovem Renato, hétero e sedento de fama como modelo, seguiu o colunista e o seu sonho, pensando que o Carlos não lhe queria nada em troca. Esquecia-se o miúdo que, se calhar, o Carlos Castro escolheu-o a ele porque o achava... Sei lá... Bonito, giro, bom como o milho.

Ora, Nova Iorque, festas até às tantas, uns shots e "copadas". Um fica bêbedo atiradiço e outro bêbedo agressivo. O Carlos Castro atira-se ao miúdo, e este, chegando à conclusão que o homem o ajudava esperando uma porca retribuição, "passou-se" completamente e entrou em transe histérico, matando amargamente o jet7.
Digno de uma tragédia grega (afinal, Apollo e Adónis são ícones dos gays), esta história arrepia. O homem esperava encontrar companhia sexual no miúdo e este foi, cego pelo sonho, enganado. Não quis ser objecto (homos)sexual. No entanto, contando que será julgado nos E.U.A. e que lá as prisões têm o historial que têm, arrisca-se a ter o mesmo azar... E todos os dias... Afinal vai ser "carne fresca" para os outros reclusos homicidas.

Carlos Castro, confirmando-se que levava estas intenções, foi porco e nojento. Ludibriou o rapaz e a sua inocência, supondo também que este se enquadrava no nicho juvenil que não vê mais nada na busca dos seus 15 minutos de fama. Agora o rapaz vai ter que pagar pelas consequências.

A melhor das sortes para o recluso que irá ser, dentro do possível, e os sentimentos para a família e amigos do sr. Carlos Castro. Agora, mentalizem-se que isto revela um pouco a vergonha que é a proliferação de homossexualidade "bicha" (sim, porque há que distinguir dos que são homossexuais mas não andam aí a fazer odes à sua orientação, tentando à força que passe a ser moda, quase até obrigatória), quando nos deparamos todos os dias com inúmeros comentadores com "tiques", cuja única função nesses programas matinais é "mexericar" na vida das outras pessoas - uma espécie de cópia rasca de jornalismo.