segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

A grande compilação I

Começaremos a fazer compilações de vergonhas do futebol nacional (e internacional). Começamos pelo Benfica, esse nossa grande alvo, por uma questão de clubismo.

A nossa gloriosa saga começa com um feito "maradónico". Eles gabam-se de terem muitas finais de competições europeias. Ora assistam como chegaram a uma final da Taça dos Campeões Europeus, a de 1990. Perderam-na com o AC Milan. Mas esta meia-final, frente ao Marselha, foi recuperada por um golo um tanto ao quanto esquisito, após uma derrota por 2-1 em terras gaulesas.
O próximo momento de ouro desse grande clube passa por mais um golo fantástico. Nem Van Basten sonharia sequer marcar um golo assim. David Luiz foi tão rápido que, mesmo antes de a bola partir, ele já estava no local.
Aqui podemos verificar mais uma das muitas tareias que Bruno Alves dá nos seus colegas de profissão... Não esperem! Aquela careca toda "enrodilhada" afinal não é dele! Quem será? Adivinham? (que grande pêro).
A massa adepta do Benfica é de um calor mesmo aconchegante. Vejam o que provoca suspensões e estádios vazios por punição... Esperem, nova confusão. No Benfica não há disso.
Esta vai marcar por completo a história das gloriosas vitórias desse clube S.L.B. Cuidado com os mutantes que têm uma mão no peito.
Certamente queriam imagens do Porto 1 - 1 Benfica da última época. Eu juro que procurei. Mas vinha incompleto. Podíamos ver os golos e o vergonhoso penalty simulado por Lisandro López. Mas não vinha uma possível falta a favor do Porto antes do golo do Benfica nem vinha o penalty não assinalado sobre o Lucho González que poderia colocar o Porto a ganhar por 1 - 0. Pedimos desculpa.

Por fim, o nosso momento alto do post, que comprova aquela anedota do filho do teu pai que não é teu irmão. Também temos o futebol no seu nível mais alto: confusão e correria. Voltaremos daqui a uns dias para mostrar outros inteligentes que dizem que jogam à bola, que sabem apitar, que os outros é que são levados ao colo. Beijos e vamos à bola...

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O Chato!!!!!!! (mai' nada)

Após o sucesso do texto com o prefácio da canção das Doce…
Nos aqui na Tertúlia resolvemos explorar o assunto deste Pokémon.
Vocês sabem aquele tipo de pessoas que se acham os maiores e possuem egos enormes, que têm ídolos com os quais se gabam de se relacionarem fantástica e estrondosamente bem… pois bem, este texto é para dizer o quanto os seus ídolos desprezam estas aves raras…

Para nos referirmos a este campeão de bilhar de bolso apelidá-lo-emos de P.B., cujas iniciais indicam perfeitamente a sua especialidade: Profissional de Banda…
Este PB, que outrora queria ensinar o seu próprio professor de classe de conjunto, declara orgulhosamente que é aluno dele.
PB este que expõe quase todo o seu currículo num famoso fórum desta área
PB que alega no dito fórum “se quiserem triunfar, façam como eu”…
O PB, que, certo dia, vendo toda a sua “bandice” cair, resolveu encostar um dos seu ídolos a parede e perguntar-lhe o porque de tal tratamento, de tal desprezo pela sua pessoa e pelo seu trabalho, tendo preferência por outro colega de profissão (que lhe daria uma abada em humildade)… Escusado será dizer que o ídolo terá ficado admirado com tal questão… E com certeza que, com este episódio, terá ficado com uma opinião nada favorável…
PB este que satirizou e difamou o colega e (antigo) amigo… duvidando das capacidades dele…
PB este que cometeu graves ofensas com pessoas amigas desse seu colega (que lhe contaram tudo evidentemente)… e diga-se de passagem, neste momento muito superior ao PB…
PB que também difamou não só estes mas outros colegas de profissão só para que lhe fosse dada a sua respectiva atenção e valor desejado e não merecido…
PB este que vendo um outro colega brilhar, disse lhe directamente que a sua maneira de desempenhar o papel seria a mais correcta…
PB que meses e anos volvidos, dizendo que teria imensos convites para ir para determinada banda continua na mesma banda que neste momento não se encontra a meio da tabela mas sim candidata a descida…
E por hoje aqui ficamos, cá estaremos para tratar de dizer toda a verdade, só a verdade, e nada mais que a verdade….

"Uma da manhã, hey!
Bem bom duas da manhã, hey!
Bem bom três da manhã, hey!
Bem bom quatro da manhã, hey!"

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Curva e contracurva

A Direita é católica, carente e conservadora
E acabada, antiga e retardada
A Esquerda é moda, é fixe e forte
Critisize it, free it and legalize it
O mundo da esquerda é um mundo do futuro
Que se esvaiu em oitenta e nove
O mundo da direita é um mundo de direitos
Que já lá vai com a Santa Inquisição

Hoje há referendo e eles tiram dividendos
Amanhã já não pode haver, mas continuam a tirar dividendos
Hoje decide o povo que lhes está a favor
Amanhã somente eles, porque é políticamente correcto
Democracia é demos cratos
Cratos é governação
Demos é Lúcifer
Somos governados por demónios

Não me lembro de ver Afonso, o Conquistador
Dizer "Independência! Porreiro pá!"
Não me lembro ver o Mestre de Avis
Espetar-se num avião sabotado
Não me lembro de ver o Infante D. Henrique
Ligado a ilegalidades num shopping
Nunca ouvi Camões a dizer "Sotôr para a esquerda!"
Nem vi Pessoa escrever "Uma direita de verdade!"

Até à República já lhe roubaram a camisola
Lá exposta à vista de todos os deputados
Qualquer dia trocam a sua sensualidade
Pela virilidade do deus Apolo
"Ai meu príncipe casa-te comigo!"
"Ai meu amado aceito sim senhor"
E viveram felizes para sempre
Num rectângulo pequenino

Esse rectângulo chamado Portugal
Que é trocado por esquerdas e direitas
Já anda enjoado de tanta curva
Porque não subir sempre em frente?
Ai hoje não que é dia de eleições
E amanhã é dia de assembleia
E se a esquerda diz não a direita diz sim
E se a esquerda diz sim a direita diz que não
E o povo diz algo que a eles nunca é audível
Só nas eleições vestem fatos de princesas
Promessas vagas, cegueira no Zé Povinho
Sempre levado ao colinho até ao dia do sufrágio
Em que é largado do precipício....

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Filhos de Apolo

Se gostamos de ver gays? Não!
Se gostamos de ver lésbicas? Sim!
Se gostamos que, cada vez mais hajam gays? Sim!

E o que se discute aqui hoje? Não é o Licor Beirão. Em Portugal, com tantos problemas, tanta crise, tanto crime, discute-se o casamento homossexual. Alguns queriam referendos para o aborto. Esses mesmos não os querem para este assunto. Estamos entregues somente à assembleia da "Gaja das Mamas Grandes". E a nossa opinião?

Ora aqui na Má Língua as opiniões nunca são unânimes porque só queremos andar à marretada. Mas dizemo-vos o seguinte: que os paneleiros (vou usar esta palavra pela sua facilidade de dicção) se possam juntar como casal, sim. Mas chamem-lhe outra coisa que não casamento.
A homossexualidade não é uma doença, mas também não é uma escolha. Trata-se de uma deficiência. Não uma deficiência do ser, mas uma deficiência da Natureza. Esta foi criada perfeita e com o objectivo principal de perdurar, a partir da evolução e da reprodução. A reprodução é, por sua vez, algo único. É a geração de vida a partir da vida. No caso humano a reprodução praticada na sua forma mais ideal, implica amor, obviamente. Por a homossexualidade ser uma deficiência desta tão harmoniosa Natureza, os homossexuais devem ser tratados igualmente como seres humanos - primeiro ponto a ter em atenção. Está certo que nem todos são discretos. Pessoalmente mete-me nojo todas aquelas bichas que se pavoneiam, em fartura pela televisão maioritariamente, exultando as suas hormonas mal geradas. É algo simplesmente nojento. Depois as bichas que o fazem, sem saír do armário, gerando confusão como altas pêgas quando confrontados com o que se vê neles, provocam-me mesmo uma vontade de vomitar. Mas são seres humanos, vítimas da tal deficiência da Natureza. Respeitemo-los, saibamos viver com eles e dar-lhes o seu espaço neste mundo. Agora este respeito não passa de respeito, encara-los como se fossem outra pessoa qualquer. Tem os seus limites.

Concordo plenamente que haja uma modalidade de união para eles. Mas chamar-lhe casamento? O casamento é das coisas mais antigas do mundo e desde sempre uniu homem e mulher; é algo que deriva das religiões. O que é dos homossexuais é para ser respeitado, mas o que é dos heterossexuais também.
O heterossexual, que começa a escassear no planeta Terra, é um ser sexuado, com dois módulos diferentes: o homem e a mulher. Reproduzem-se e têm as suas relações entre sexos opostos. O homem tende a ser mais duro e impetuoso e a mulher tende a ser mais sensível e comedida, em regra. Para se unirem, geralmente celebram o seu matrimónio, no qual são reconhecidos perante a sua religião e a sua nação como uma família. a partir daí, ir-se-ão reproduzir (ou não), conforme o seu planeamento familiar assim o dite.
Não assinando por baixo, Manuela Ferreira Leite disse que o objectivo do casamento era construir família - reprodução. Não partilhando da sua frieza inata, tenho que concordar em parte com isso. O casamento celebra uma união da Natureza. Um homem e uma mulher, com todas as condições para serem felizes, terem filhos e os educarem sob os valores e as leis dessa mesma Natureza casam-se.
Dois paneleiros casar-se-iam? Pronto, admitamos. E depois? Reproduziam? Num futuro longínquo talvez. Adoptavam? Não digo nada que um dia a lei o permita. O puto? Era educado segundo valores humanos, obviamente, mas num ambiente feminino ou masculino demais. Por esse conceito de formação de família, proliferariam os paneleiros, uma falha na Natureza? Os miúdos filhos desses casais seriam a chacota do seu meio e grupo de amigos? Iriam estar preparados para o mundo heterossexual e/ou homossexual ou só para um deles? São muitas perguntas que se havia de fazer antes de avançar com uma lei do casamento. Não podemos avançar só porque queremos garantir igualdades. Temos de pensar de que forma é que podemos fazê-lo.

Apesar de já haverem as uniões de facto, que, desconhecendo a matéria, penso que conferem direitos semelhantes aos do casamento, talvez se devesse criar então esse módulo de união entre sexos iguais. Não lhe chamem o casamento pois talvez seja uma ofensa a quem é casado e é heterossexual. Se bem que não haveria de ser uma ofensa, talvez um dia deixe de o ser.

Antes era feio ser-se paneleiro. Depois tolerava-se. De repente, é moda. Será que, daqui a uns tempos, vai ser obrigatório?
Para todos os paneleiros, respeito e igualdade... e limites.

2010 Odisseia nos Pés

Imagina que não existe nenhum paraíso,
É fácil se tentares.
Nenhum inferno abaixo de nós,
Sobre nós apenas o firmamento.
Imagina todas as pessoas
Vivendo pelo dia de hoje...

Imagina que não exista nenhum país,
Não é difícil de fazer.
Nada porque matar ou porque morrer,
Nenhuma religião também.
Imagina todas as pessoas
Vivendo a vida em paz...

Imagina nenhuma propriedade,
Eu me pergunto se conseguirias.
Nenhuma necessidade de ganância ou fome,
Uma fraternidade de homens.
Imagina todas as pessoas
Compartilhando o mundo todo.

Talvez digas que sou um sonhador,
Mas eu não sou o único.
Eu espero que um dia tu te juntes a nós,
E o mundo viverá em unidade.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Cada vez que ele fala...

Já ninguém o pode ouvir. Cada vez que ele fala alguém fica com o estômago às voltas. Pica sempre alguém. Serve-lhes sempre a carapuça. O presidente do Futebol Clube do Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, responde às perguntas e usa da ironia para analisar os momentos do seu clube e dos outros que lhe fazem frente. Tudo muito banal. Não fosse a genialidade com que o faz, provocando a agitação entre terceiros. Depois, vêm dizer que ele só se preocupa com os outros, por isso esses outros é que são grandes e tal. E quando esses outros só falavam no Porto, a dada altura, quando tentaram ir caprichosamente UEFA Champions League? Pois, aí ninguém se lembra. Só eles é que podem falar de quem lhes apetece. Este aqui não. Já lhes dói.

O homem faz as suas análises ao estado do clube, as boas contratações e vendas que efectuou, os resultados crescentes que têm aparecido, os ataques de outros ao seu clube e o estado dos adversários directos que, obviamente, são importantes. E, após isto, parece mais que tinha em suas mãos uma metralhadora super-potente que disparou tiros para todos os lados. Após tal efeméride, vêm os aleijadinhos mandar vir magoadinhos.

É um homem que luta e defende o que é seu. Para os outros está tudo bem e não passa de um arruaceiro que só faz guerras. Mas para quem é do mesmo clube e, acima de tudo, da mesma região entende a sua, não guerra, mas justa reivindicação. Contra o centralismo e clubite lisboeta que paira um pouco por todo o país, a começar pelos órgãos de divulgação jornalística. Isto, expandido às outras vertentes não futebolísticas, eu apoio.
Que ele corre o risco de não ser santinho nenhum. Isso todos corremos. As escutas telefónicas que tanto invocam para o condenar são ilegais? São. são verdadeiras? São. Provam alguma coisa? Não provam nada. Conteúdo? Um: uma sigla J.P. que todos julgaram referir-se a Jacinto Paixão - árbitro. Falso, tratava-se de Joaquim Pinheiro - dirigente portista. Dois: uma escuta que apenas mostra o encaminhamento de um árbitro a sua casa. E a partir daí? Prova-se mais alguma coisa? Se se prova, então o que provará um jantar entre um dirigente benfiquista e um árbitro em Penafiel? O que provará uma escuta entre esse dirigente e o então dirigente dos órgãos de futebol nacional a, expressamente, escolher um árbitro? O que prova a mudança á última da nomeação de um árbitro num certo jogo contra o S.C. Braga? O que provam os mergulhos de João Vieira Pinto em 2002?

Conclusão: perseguição. Perseguem-no constantemente. Porque simplesmente acabou com a submissão de quase todo o século XX do norte ao sul. Tornou possível a conquista de títulos que eles lá em baixo nem sonham alcançar. Talvez, se parassem com as teorias da conspiração e pensassem com objectividade, até teriam suspeitas mais credíveis de possíveis actos menos lícitos do homem. Talvez conseguissem ganhar mais um pouco de títulos.

E, mesmo que toda a teoria da corrupção fosse verdade, nada pagaria, no ido século passado, o Calabote e o seu tempo de compensação recorde, o treinador-adjunto do Benfica que foi orientar o adversário do Porto, o campeonato que ficou no norte porque a chamada para o árbitro caiu, o jogo no meio do nevoeiro com um penalty por falta a meio campo, os jogadores desviados por mão do estado para o Benfica e proibidos de lá sair...

O problema todo, não é isto pairar só a nível do futebol. Não me importava e era para o lado em que dormia melhor. O problema é isto ser a nível geral neste país. Afundam as personalidades queridas e defensoras a todo o custo do que é seu, favorecem os choramingas e homens de paleio igualmente suspeitos de crimes e centralizam tudo para sul.

Por isso é que, cada vez que este fala, rolam cabeças...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Os afilhados e os filhos da p*ta...

Sim Carolina oh-hi-oh-ai
Sim Carolina oh-ai-oh-ei
Sim Carolina oh-hi-oh-ai
Sim Carolina oh-ai-oh-ei


Ora bem-vindos. Eis-me aqui finalmente, no meu estado mais natural: não percebo nada desta coisa. Já não sei o que é a mão, o que é um peito, o que é uma trajectória desviada, nada... Só sei é que qualquer acusação contra aqueles infames vermelhos do Sul é mentira, um acto de vingança, mal formada e assim. Só funciona ao para cá. É o país que temos.

Mas, em tempos de eleições, temos outras coisas mais importantes para falar. ora, bem vistas as coisas, vocês já ouviram falar (e decerto já viram) aqueles programas da tvi com o Manuel Luís Goucha e aquela arara da Júlia Pinheiro. Trata-se de um programa onde meninos pequeninos vão e cantam. Enfim, têm vozinhas aceitáveis e estilos queridos e engraçados à sociedade em geral. Ganham o concurso, têm direito aos seus 15 dias de fama, gravam lá um cd e depois a voz muda e acabam esquecidos; depois de a imprensa sensacionalista em geral só falar da vida privada dessa rapaziada. Deixeim-me fazer um retrato. Numa revista há tempos, vinha lá o seguinte artigo:
"O que fazem os participantes da última edição?
Não sei quem passou para o 6º ano (Ah!);
Fulano passou para o 9º ano (Boa filho!);
Cicrano passou para o 5º (Hi hi!);
Jaquilião vai repetir o 8º ano (Génio!)."

E pronto. Num artigo deveras interessante e bem feito (!) ficávamos a saber que estes rapazitos lá seguem as suas vidas. E eu a minha. E daí?

Mas o foco disto tudo é a temporada seguinte. Novos castings, novas oportunidades de alguém novo brilhar aos olhos do povo português comandado por um comando de televisão, passo a redundância.
Vai uma menina, cheia de talento, com a voz já a ganhar uma sonoridade adulta e constante, sem esforçar a garganta e sim o abdómen, como um verdadeiro cantor. Passa no Porto, passa na região, até chegar à última grande barreira - Lisboa.
Resultado? Inacreditável!
Não, a nossa heroína não passou. Adivinhem só, que os grandes felizardos do casting foram os maninhos dos participantes da edição anterior. Oh que giro! Já viram a coincidência! Parece tão bem aos olhos dos energúmenos que ligam a televisão e dizem "Que «fitche»!". Mas os que se iam esforçar a sério num casting lá foram arrumados. Não reúniam as condições.
Isto tem um nome: compadrios. Para mim, que no mínimo sei quando usar 'ç' ou 'ss' é uma vergonha e a esta gente que organiza estas tretas só estava bem era num campo de concentração em Fafe. Para o português em geral... é «fitche».

Ainda há outro relato. Numa exposição efémera, digamos que houve alguém, num outro concurso de igual índole, a quem foram oferecidos 500€ para desistir. Isto é digno de um óscar.

Bem, talvez o objectivo disto seja brincar com as mentes dos mentecaptos e não fazer um concurso de arte e canções de forma saudável. Fica dito.