A melhor das sortes para o recluso que irá ser, dentro do possível, e os sentimentos para a família e amigos do sr. Carlos Castro. Agora, mentalizem-se que isto revela um pouco a vergonha que é a proliferação de homossexualidade "bicha" (sim, porque há que distinguir dos que são homossexuais mas não andam aí a fazer odes à sua orientação, tentando à força que passe a ser moda, quase até obrigatória), quando nos deparamos todos os dias com inúmeros comentadores com "tiques", cuja única função nesses programas matinais é "mexericar" na vida das outras pessoas - uma espécie de cópia rasca de jornalismo.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Pau de marmeleiro
A melhor das sortes para o recluso que irá ser, dentro do possível, e os sentimentos para a família e amigos do sr. Carlos Castro. Agora, mentalizem-se que isto revela um pouco a vergonha que é a proliferação de homossexualidade "bicha" (sim, porque há que distinguir dos que são homossexuais mas não andam aí a fazer odes à sua orientação, tentando à força que passe a ser moda, quase até obrigatória), quando nos deparamos todos os dias com inúmeros comentadores com "tiques", cuja única função nesses programas matinais é "mexericar" na vida das outras pessoas - uma espécie de cópia rasca de jornalismo.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Auto da Barca do Vitória
“Jasus, que texto tão grande. Não o vou ler.” Pois é, nunca querem ouvir os argumentos...Não vou mentir. Gosto de futebol. Não sou como os que dizem que não ligam, mas que ficam com a cabeça vermelha quando corre mal para o seu clube, ou como os que também dizem que não ligam, mas estão sempre com atenção ao clube dos outros. Gosto que o meu clube ganhe, detesto quando empata, odeio quando perde, não gosto que seja prejudicado e muito menos que seja beneficiado.
Não sou doente. Doente é quem provoca para ver se incendeia. Do género “Ei, foi uma roubalheira!”. E, sem dar tempo para a contraprova, vira-se para outrém e muda de assunto – “Quanto ficou o Real Madrid?”. Se há pessoas assim, mais vale falarem sozinhas, seja de que assunto for, do mais efémero (como este) ao mais importante.
No ano passado não era legítimo falar de erros de julgamento no futebol. Não sei porquê, devia de ser decreto-lei e eu não sabia. Havia só uma verdade adquirida: Jorge Jesus era o “novo Mourinho” e o Benfica foi a melhor equipa a jogar futebol na Europa – foi eliminado com uma goleada com o Liverpool da Liga Europa e ganhou o campeonato na última jornada. Lembro-me, por exemplo, de uns golos mal anulados num Porto-Belenenses, Porto-Paços de Ferreira... Um penalty por assinalar no Leixões-Porto. Tudo lances com influência directa nos resultados dos jogos a que dizem respeito. Ao todo eram mais 6 pontos que alterariam a tabela do campeonato até ao segundo lugar. Já nem digo até ao primeiro, porque aí tínhamos que remontar ao dito “túnel”. E caía tudo em cima de mim, porque idolatro um tipo que andou à cacetada a um inocente e porque para mim é para andar assim à porrada e mau-perder. Pois simplesmente acho... Tenho a certeza, a lei só previa um número de jogos de castigo que se contava pelos dedos de uma mão. Foi assim na Alemanha, esse país de terceiro mundo afinal. Se calhar eu estou errado e não se deve seguir o exemplo desses germânicos rudes.
Outros até concordarão comigo mas dirão: “Lá vens tu falar do passado! O Benfica jogou o melhor futebol, mereceu!”. Pois não é tão passado assim. É bem presente, pois hoje estávamos nós a defender o título (Penta), estávamos mais recheados de dinheiro da Champions League. E não sei como seria para o Benfica falhar novamente o título no ano de todas as expectativas. Perde-lo de facto a jogar lindamente e a golear, contra uma equipa de altos e muitos baixos. Mas pronto, doente é o míope que não vê as coisas na sua totalidade.
Falemos de presente concreto. Há uma equipa com razões para se queixar de quatro lances com influência directa no resultado que obteve contra o Guimarães. Não falo do Benfica, esse já sabemos. Em resumo: o defesa Ricardo teve entradas merecedoras de punição, que não a obtiveram – fez a assistência para o golo do empate; Falcao teve dois fora-de-jogo mal assinalados, pelo menos um cara-a-cara com o guarda-redes; reclama-se penalty na área do Guimarães por mão na bola.
À imagem do Benfica, que viu um penalty por marcar fora da área, o dito penaltyi tal não foi. No entanto, estar isolado frente a frente ao guarda-redes tem tanta influência directa num resultado como um penalty. E uma assistência para um golo que aconteceu também tem, digo eu. Pois agora entra em acção a miopia. Vejamos, só viram um penalty por puxão de Fucile ao Edgar (não viram a resposta, nem ouviram que se apitou antes do puxão) após várias repetições já após o jogo, viram entradas do fucile, que acabou por ser expulso, e não viram as entradas do Edgar, Ricardo e João Paulo sobre o Falcao e o João Moutinho (esta até deixou marca). A legitimidade de mandar os ditos bitaites sobre a justiça da acção disciplinar existe? Claro que não. Vejamos o exemplo da Champions League, em que o Chelsea foi “assaltado” no jogo com o Barcelona, aqui há uns anos. O jogo foi válido, os jogadores com protestos foram castigados e o assunto morreu. Mas, se uns podem reclamar, exigir explicações e pedir intervenção do Estado, esse direito também pode ser exercido por qualquer um que tenha uma versão sobre o acontecimento das coisas. E, lá em baixo, um pode-se levantar do banco, rebolar, saltar, berrar, protestar, fazer gestos com as mãos, etc. Cá em cima, o novato faz isso uma vez e leva logo cartolina.
A miopia segue: Naval-Porto “Porto ajudado com penalty” – é mesmo mão na bola; Rio Ave-Porto “perdoam penalty” – intervem um jogador na jogada em fora-de-jogo.
Quanto aos lances que realmente beneficiaram o Porto, quero simplesmente que duvidem deles com tanta intensidade como aqueles que falei no início do mail relativos ao ano passado. Lá venho eu falar do passado, que não tem nada a ver. Então devem ter nascido numa nova reencarnação ontem, e os seus critérios já são diferentes dos do ano passado.
Esquizofrenia é também uma doença e caracteriza-se pela visualização de fantasmas. Quando vejo escutas com desabafos pessoais, tácticas de patrão para um funcionário de uma empresa, serem expostas como provas aceites publicamente para acusar alguém, fico estupefacto. Qualquer dia sou preso por ter dito a alguém o que estava a fazer quando estava no wc a fazer as necessidades e lhe liguei. Agora quando vejo escolhas e coacção sobre árbitros, quero ver essas pessoas julgadas. Tanto aquele que os recebe em casa, como aquele que escolhe “aquele, o João, pode ser esse”. Ou aqueles que enviam ameaças de morte a árbitros. Mas, lá está, a miopia não deixa ver estes parágrafos.
Continuamos num país de apoio a só uma cor, que continua a mandar para a jarra árbitros que sancionaram uma mão na bola por um toque que existiu mesmo, idolatrando aqueles que marcam mão na bola por bola no peito.
Doente é aquele que não quer ver...
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
A verdade que convém
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
A PIDE
A recém criada Polícia Interruptiva de Defesa do Ensemble já começa a dar frutos...Antes de mais passo a explicar...
Como neste de blogue só se fala de cromos, postais, gajas, futebol, paneleiros, e.... BANDAS FILARMÓNICAS vamos passar a conhecer uma nova espécie aliada as BF’s que tem estado a emergir desde algum tempo na região do Porto.
Como é sabido as BF’s são um pardieiro de aves raras, como já foi descrito em alguns posts anteriores, no entanto cada vez mais nos aparecem mais, novas e elaboradas criaturas interessantíssimas (à semalhança dos Pokémons hihihi). Passo a citar:
O BEBÉ CHORÃO: normalmente o bebé chorão é um musico medíocre (se é que se pode chamar musico), é usualmente visto na companhia dos pais que o seguem para todo o lado. Acha-se fundamental na banda, e sempre que pode atira-se a uma gajita ou outra mas sempre sem sucesso. É incrivelmente ciumento, pois quando uma brincadeira começa com alguém que não seja ele ou alguém do seu restrito grupo de amigos (upa upa) logo reage em fúria para que o levem a sério. É uma persona non grata por parte dos restantes músicos da banda. Facto este que se alia à sua condição de queixinhas do que os outros músicos fazem, seja à mãe, ao pai, à pseudo-amada, ao maestro, a um director, etc... Importante é referir que os pais deste músico esforçam-se por ser pessoas ligadas à banda, sejam directores ou adeptos assíduos...
As AVES DE RAPINA: São às vezes os intermediários dos bebés chorões, normalmente sendo os pais dos mesmos, são bastante protectores, e estão sempre com aquele olhar “ai o meu filho é que toca bem”. Por vezes falsos andam sempre à procura do erro dos filhos dos outros para poderem argumentar, isto é, seja em formatura ou em coreto, andam sempre a esvoaçar em círculos a volta da banda, e basta um musico esboçar um sorriso, e chovem denúncias na direcção e no maestro.. GARANTIDO!!!
A PITA: normalmente filha dum director ou músico influente na banda que diz que ela é a maior música da banda, depois desta fazer um solito de m*rda ou uma intervenção qualquer, ou até algum ouvinte de chiquisse dizer ao pai que a menina toca bem... JASUS!!!... Há logo pressões, para que a filha seja primeira voz ou até mesmo chefe de naipe... ou só um aumento no cachet, o paizinho ficava contente... dito isto a pita começa a sofrer pressão em casa para se mostrar, e fazer mais solos na bandita (um pouco à imagem de outros cromos como o texto "O Chato" ou o "Olha-me Este"). E o que acontece quando alguem mesmo em brincadeira, diz que ela não faz o solo naquele dia? Oh meu amigo.... caldo entornado... ela chora, ela grita, ela faz queixa ao pai, ela reclama com a mãe... menos com o Maestro... porque será???? É nessa altura que o paizinho de tão protector que é que vai ameaçar o perpretador de tal heresia... inacreditável... a filha necessita de uma redoma de cristal pra executar a sua musiquinha e o paizinho protege-a como protector do Santo Graal...
To be continued...
sábado, 4 de setembro de 2010
O boi espera-vos
Já me estou a passar...
Oh Deus, oh Deus, oh deus!
Vem este meu irmão salvar =|
Se os arguidos têm a razão... Bem, que recorram e provem a sua inocência. Que salvem o que resta da sua honra. Que provem a verdade.
Se não têm a razão... Então perdem a consideração que lhes tenho no parágrafo anterior. E as condenações são pouco para o cometido. O ideal para gente dessa estirpe, era um boi que havia em Soalhães – Marco de Canavezes. Tinha um membro genital enorme e era somente usado para “emprenhar” vacas. Esses paneleiros pedófilos mereciam ser enfiados num celeiro com esse animal – ainda menos animal que eles – e levar com o serviço completo e à bruta do bovino. Pois tais crimes sobre crianças indefesas, que nem na sua entidade paternal podiam confiar, são crimes do mais repudiante. As redes de pedófilos geram revolta em qualquer um de nós que preze a sua consciência; hoje, a serem verdadeiras todos estes julgamentos, verificamos haver redes ao nível das mais altas esferas. Celebridades que vemos na televisão, pessoas de nome nas actividades que executam, governantes em que temos de confiar... E, se faltou condenar alguém, então verifica-se que anda gente a fazer uso da sua “imunidade” de celebridade e gente importante. É toda uma imagem nojenta do jet7 nacional, respeitando os membros de tal esfera que nada têm a ver com estes acontecimentos.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
O legado do barbudo
Não vou dirigir nenhuma crítica à produção da RTP. Bem pelo contrário, à imagem de outras séries históricas desta estação, esta também transpira qualidade, mostrando que a RTP procura incentivar uma melhor cultura do povo português, ao invés das mesmas novelas e laironas que estão sempre a passar nos outros canais. Porque a história das audiências não cola. A verdade é que as pessoas vêem o que os canais lhes mostrarem. E se, pelo menos os dois primeiros da grelha, ainda se esforçam por mostrar variedade, os restantes dois só mostram parolices, patrocinando e incentivando as maiores falhas culturais de que há memória, elevando à categoria de ídolos autênticas fraudes.
Voltando ao assunto, aquilo que hoje este blogue depenado vem falar é do próprio acontecimento – o Regicídio. Ora vejamos. O barbas e o outro (sim, porque o Buiça – ou Boiça – é que ganhou fama, pela sua barba de dois anos por fazer; o outro gajo que se f*da), no meio de uma enorme conspiração, decidem ir para o meio do Terreiro do Paço lá na terra dos mouros e disparar sobre a “pobre” família real portuguesa. Um tiro ao rei, outro ao infante e borraram ainda as cuecas à D. Maria Pia, que apanhou um valente c*gaço, mas que ainda ripostou com a sua bolsinha. Uma tentativa falhada, mas significativa, para instaurar o regime republicano, para arrumar com os abutres que, sob a alçada da monarquia, sugavam o tutano do povo. Uma inssurreição contra o rabo entre as pernas nacional face ao mapa “côr-de-rosa” (foi na república que fomos para cima dos ingleses?). Veio mais tarde a dita mulher das mamas bicudas. 1910, o ano da instauração. O dia virou feriado, sendo assim até mais significativo que o próprio dia da Independência de há quase 900 anos atrás. Só a primeira república, que durou pouquíssimos anos, tivemos um sem-número de governantes. Veio depois uma ditadura, que colocou o aparelho do estado na ordem, sim, mas aprisionou os portugueses. Quase meio século depois veio uma Revolução (esta sem infringir o quinto mandamento [é o quinto, certo?]), um pouco na onda “neo-comunista” que se fazia sentir por todo o mundo. Mas, de comunista não teve nada. Findada esta lição básica de história de Portugal, podemos todos relatar agora o que temos após a dita Revolução. Um bando de abutres, novamente. Talvez até piores que aqueles que o barbudo ousou exterminar. Quando alguém ousou vir governar com o mínimo de boas intenções, levou com pressão alta. Houve um até, que lhe enfiaram um não-se-o-quê no avião para o matar.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Game Over
Pois, é assim que tudo começa. Já aconteceu com muitos de nós, pelo menos os desvirginados. E lembramo-nos de tudo, sim senhor. Aquele primeiro beijo, aquele primeiro dia. E, para os restantes que nos guardam carinho... "Game Over".- As crianças trissómicas e exibicionistas começam a namorar até não dar em nada. Acaba.
- Os adultos com cabeça amam-se para sempre, talvez, mas alguns desaparecem do mapa-mundi.







