segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Eles "andem" aí!

São grelinhos! São grelinhos!
São grelinhos do quintal!
Eu não posso comer muitos,
Que me podem fazer mal.

Eis que nos deparamos com mais um caso de espionagem. Mais? Haviam outros? Não. É só para este texto ter mais palavras.
Depois de ter descoberto há dias, e finalmente, onde a minha irmã guarda as bolachas e onde a minha avó guarda os chocolates... Eis que alguém nos tenta descobrir a nós.
Quem diria...

As nossas divagações não valem um rabo, por assim dizer. Mais vale ouvir e ver o estilo gasto, comercial e fedorento desses tais gatos fedorentos do sul (que, fora de ironias, não deixa de ser engraçado) que vir aturar-nos com as nossas crises de hemerróidas traduzidas para português.
Mas alguém optou por esta última hipótese. Escreve-se um texto. Critica-se. Nós somos o pior exemplo de pessoas à face da terra. Sem contar com a nossa infantilidade e com os nossos delitos, continuava a ser preferível viver com uma alga seca. Mas é aí que é lançado o isco. E eis que aparece a Kim Possible.

Ela cheira. Ela desconfia. Ela é enviada por alguém que não acredita que se identifica com os perfis non gratos que nós tanto repudiamos. Ela pergunta. Ela goza. E nós... Como reagimos?
É pá. Pronto. Umas cervejas para ver futebol. Umas tainadas à lavrador com presunto e salpicão e uma boa cebola. Umas pin*delas para aliviar a tensão e dar prazer. E umas risadas à custa destes 007.

Como é que alguém se dá ao trabalho de vir para estes textos que não interessam a ninguém procurar verdades onde elas não existem? Daqui a pouco estão a dizer que nós mudámos o ângulo da câmera. Que nós fomos para Espanha quando a Polícia veio a nossa casa. Divulgam escutas nossas no youtube:
Por esta altura o Aqueloutro estava na cama com a Asquisita. Chegava a vez do Aquele combinar a sua vez.

Aquele - Oh 'mor, vamos fazer sexo.
Asquisita - Ai, não sei, não me apetece.
Aquele - Anda lá, bombom.
Aqueloutro - Uh, uh, uh, uh....
Asquisita - Ai não. Não quero.
Aquele - Faço-te aquela nova posição, que experimentámos há dias.
Aquele - Em tua casa ou na minha?
Asquisita - No carro na recta da Petrogal.
Aquele - Combinado.
E assim se vive. Quem não tem mais nada que fazer, das duas uma: ou faz como nós e não diz nada de jeito, ou faz como outros e tenta descobrir a nossa identidade, pensa que descobre, tenta gozar e leva gozo. Um abraço para todos esses e umas apernas se for mulher (que assim o jerónimo fica mais à "boca" de semear).

Salpicão e vinho e pão
Salpicão e vinho e pão
Salpicão e vinho e pão
Salpicão e vinho e pão
Salpicão e vinho e pão
...

As regras do bom namorado

As regras do bom namorado…. Relativamente à família
Após anos de experiencia, a tertúlia compromete-se a revelar alguns dos segredos mais bem escondidos pelo Vaticano, CIA e semelhantes…

1. O bom namorado é sempre amável com a namorada mesmo que estejam chateadíssimos um com o outro
2. O bom namorado é sempre amável para com os pais dela mesmo que estes sejam falsos como as cobras
3. Manifestações públicas de afecto são bem-vindas embora há que ter alguma contenção (não devera partir para actos sexuais)
4. Os pais dela têm sempre razão
5. Nunca beber álcool (excepção feita ao champanhe em dias de festa), poder-se-á beber uma cerveja (mas só uma) enquanto se fala com o pai dela acerca de futebol ou carros (religião e politica, nunca)
6. Nunca em brincadeira fingir que agride a namorada (embora que na realidade isso seja impossível)
7. Nunca efectuar actos sexuais em casa dela com gente em casa
8. Ter muito cuidado com o que se diz em casa dela, mesmo que se pense que ninguém está a ouvir, lembrem-se que lá as paredes têm ouvidos e olhos também
9. Ser o melhor amigo do(s) irmão(s) ou irmã(s) dela, lembrem-se que eles são uns infiltrados pelos pais que lhes contam tudo
10. A filha deles “irá virgem” para o casamento
11. Quando se chegar uma casa cheia de familiares dela deve-se sempre cumprimentar todas as senhoras com 2 beijinhos e os homens com um vigoroso “passou-bem”, isto causará uma óptima impressão mesmo que as pessoas estejam extremamente ocupadas, a namorada fica para o fim e só leva um beijinho
12. Atenção ao comportamento mesmo que já tenham uma confiança considerável com os pais dela, lembrem-se que estamos em permanente julgamento até eles ou nós morrermos
13. Depois do casamento há que estar preparado para a primeira discussão, pois o primeiro comentário da mãe dela será do género: “eu bem te disse que devias ter casado com o filho do Joaquim do matadouro”
14. Nunca falar de boca cheia
15. Nunca reagir quando em sátira os familiares dela falam mal da nossa terra, ou do nosso clube
16. Nunca soltar gases, seja por que extremidade for
17. Os pais dela tem sempre razão (Já foi dito isto?)
18. Nunca fazer alusões a nossa actividade sexual com a namorada
19. Responder a todas as bocas acerca do nosso aspecto físico com apenas um sorriso
20. Façamos o que fizermos nunca seremos bons o suficiente para a filha deles

(este texto é apenas uma caricatura das relações dos namorados com a família das namoradas, que em nada reflecte os sentimentos ou a realidade de qualquer um dos administradores deste blog)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

Sim, foi nesta data sublime que foram publicados os dois primeiros textos na Tertúlia da Má Língua. Após esse tempo todo, crescemos, mudamos de vida, alguns até de namorada (eheh), mas no fundo permanecemos iguais…
Muita sátira foi escrita, muita contestação foi feita, muita reclamação, contudo, não esmorecemos, e já vendo o nosso sucesso, e, alguma “dedicação” de certos leitores e a avidez com que liam os textos, forçou-nos a arranjar mais um colaborador para responder a tanta encomenda…

É aí que entra a Asquisita.

A Asquisita é estranha. Foi uma pessoa que encontramos a vaguear por sítios recônditos, cheios de malfeitores e acolhemos no nosso seio que é a Tertúlia.
A Asquisita preeenche todos os pré-requisitos, 4ªclasse incompleta, pai desconhecido, mãe “extremamente bem conhecida”, entre outros…
Fica a jovem promessa desta Asquisita que foi mãe aos 6 anos e avó aos 7… que terá muito que nos contar e mal-dizer….

A grande compilação II

Hoje trazemo-vos mais um grande clube - o Sporting Clube de Portugal. Imaginação fértil é o que não falta a favor deles, resumida em penaltys do outro mundo. Há muitos e muitos mais. Desde os mergulhos de João Vieira Pinto e Jardel nos idos anos de 2001 e 2002, às quedas inúmeras de Moutinho e Liedson há bem pouco tempo. Mas, por razões que não cabe a ninguém, é difícil encontrar esses tesourinhos. Estão com sorte meninos "viscondes". Ficamos aqui com dois momentos ilustrativos da força verde.
Em 2008/09, esse grande ilusionista João Moutinho assusta-se completamente com Tomás Costa do Porto. Espera, é penalty?
Em 2004, um bom jogo entre Sporting e Porto, uma lesão de um jogador do Sporting e, à verdadeiro leão, toca a esquecer o fair-play e ir em frente. Até nem ia dar em nada, não fosse uma nova invenção. Desta vez o artista é o tal de "levezinho". Está explicado o porquê do epíteto...
Mas o que importa é raça, luta e determinação. É o que nos fica neste próximo vídeo. Divirtam-se e cuidado com os pontapés no Acácio Valentim. O homem fica sentido pá.

Provocações

Ora aqui estão imagens do túnel do estádio da Luz de 2008, após o SL Benfica 1 - 1 FC Porto. E não foi o "tripulha" não. Desta vez veio da Agência Lusa. Será mais fidedigno? Hum...
Vejam o personagem a mudar o ângulo da câmera e o valente "coice" que o responsável do FC Porto leva nas costas. São provocações premeditadas em momentos em que os nervos estão à flor da pele, aproveitando-se da volatilidade psicológica dos intervenientes. Se tivesse sido ao contrário, talvez estas imagens estivessem mais divulgadas...
É isso, mais as mortes de adeptos adversários, verylights, autocarros incendiados e apedrejados no meio da autoestrada, escutas de telefonemas a escolher árbitros. Mas os culpados são sempre os mesmos. No fundo ambos os 3 são culpados. Senão vejamos também aquele grande campeonato em que o Jardel usava e abusava de penaltys. É vir o diabo e escolher...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Futebol com luta

E o cego já está todo ligado, numa cadeira de rodas. E continuam a bater-lhe.

Eis que chegam ao youtube gravações de conversas relacionadas com o Processo "Apito Dourado". Lá está, para todo o mundo ver o Pinto da Costa e outros à conversa com outros tantos. Que filme policial que ali temos. E, depois, todo o mundo, ao ver que fulano disse que tal, já afirma à boca cheia que o fulano disse que tal e ainda coiso. As verdades constroem-se sobre premissas, umas verdadeiras, outras "boatizadas" e outras mentiras, numa bola de neve. São repetidas e repetidas, até se tornarem verdade.

As perguntas que todos devemos fazer, não só os defensores dos clubes visados, mas todos os apologistas da verdade, são algumas.

Em primeiro lugar, quem é o sujeito que colocou aquilo lá? Não sabemos nada dele. Apenas que se registou na comunidade youtube há um dia e que se dá pelo nome de "tripulha". Ora que fidedignidade devemos dar a este pulha três vezes (não é um insulto, é o que lá diz)? É ele um dos investigadores? Ou é apenas um adepto anti-norte? Afinal, ouvindo o que lá está, o Pinto da Costa diz "Antas" ou "Áuntas"? Diz "hoje" ou "huoje"? O sotaque de repente teve umas falhas sulistas? E o Deco diz "gajo" ou "cara"? Até posso ser eu a divagar demais, mas não há por aí bons imitadores de vozes?
Mais uma pergunta: porque razão este processo, que já está mais que arquivado, continua a ser discutido, e outras denúncias e suspeitas envolvendo outros não são investigadas? Que eu saiba há outras escutas igualmente de foro público a outros dirigentes. Porque não investigá-las? Só uns é que merecem descrédito? Afinal, num Estado de Direito, ninguém está acima da Lei.

Última pergunta: isto só foi publicado na madrugada passada, após um sofrimento desmedido, mas que recolheu frutos. Porquê?
O Futebol Clube do Porto, numa fase muito má, entrou em campo frente ao Belenenses, a jogar tão mal como tinha vindo a demonstrar. Mas voltou a não contar com a sorte, nem com certas justiças dos juízes. Digamos, dois golos do Belenenses, que o jogador se calhar não voltará a enfiar, um penalty por marcar a favor do Porto, alguns foras-de-jogo da praxe, falhanços incríveis, o massacre habitual, premiado com mais falhanços, defesas da noite. Mas o Porto soube sofrer, foi a penaltys e surgiu um herói (numa luta entre dois hérois, haja justiça no discurso). E o Porto passou, onde alguns (apesar de terem a super-equipa das goleadas contra 9 jogadores e com 2 penaltys) não chegaram. Será que alguém se ressentiu com esta resposta em sofrimento dos jogadores do Porto e tentou que não se ganhasse moral com tal etempérie?

E, se a comunicação social deu importância a uns vídeos do youtube, porque não faz como nós e tenta dar importência a tudo o que se passa? Gostam tanto de escândalos e roubos, mas parece que só têm um alvo de acusações.

Devia ser tudo justo, sim senhor. Os outros deviam importar-se em trabalhar e não achincalhar. E chegou a hora de o Porto acreditar, sem se deixar demover.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Oficialização

É oficial. A Tertúlia da Má Língua assinou contrato por tempo indeterminado com um novo colaborador. Nem é paneleiro, nem homem. É, imaginem, mulher. O nickname asquisita será a identificação desta nova alma pensante, cheia de vontade de perder tempo em algo que não dá em nada e que não tem sentido nenhum - este blogue.

Contamos com muitas alegrias no futuro que se avizinha e outros favores sexuais. Bem-vinda amiga.